Sábado, 15 de Maio de 2021
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Chamada para Dossiê Temático: "História das doenças: do medo das doenças à morte coletiva"

Início: Fim: Data de abertura: Data de encerramento: Países: Brasil

Chamada para artigos, História

Revista Latino-Americana de História
Chamada de Artigos para Dossiê Temático

História das doenças: do medo das doenças à morte coletiva

Coordenadoras Proponentes:

Profa. Dra. Leonor C. Baptista Schwartsmann
Doutora em História - Médica Pesquisadora Sênior Serviço de Oncologia/ Hospital Ernesto Dornelles Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1981), residência em pediatria pela FFFCM (1984), especialização em Saúde Pública pelo Instituto de Educação e Cultura IMEC (1985), bacharelado em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2003) e mestrado em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2007), doutora em História pelo Programa de pós-graduação em História da PUCRS (2013).

Profa. Dra. Juliane C. Primon Serres Doutora em História – Pesquisadora Profa. Associada Departamento de Museologia, Conservação e Restauro Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Memória Social e Patrimônio Cultural - PPGMP Docente do Curso de Graduação em Museologia na UFPel. Possui Bacharelado e Licenciatura em História pela Universidade Federal de Santa Maria (2001), Mestre em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (2004), Doutorado em História na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (2009), Mestra em Museologia pela Universidad de Granada - Espanha (2010).

História das doenças: do medo das doenças à morte coletiva

Do ponto de vista individual, as doenças e as epidemias são tanto fenômenos biológicos, que modificam o organismo, quanto sociais, que interferem na existência humana. No aspecto coletivo, as doenças e as epidemias são fenômenos que provocam reações em defesa da vida como espécie e da sociedade. Desta maneira, a doença é ao mesmo tempo processo natural e sociocultural. Um antigo diálogo com o medo sempre uniu as pessoas consideradas individualmente, pertencentes a uma comunidade ou a civilização inteira. Doenças como lepra, peste e tuberculose são evidências históricas geradoras de medo coletivo. Hoje, um mesmo medo congrega as pessoas. Enquanto a ciência se esforça na pesquisa de uma vacina ou de um fármaco antiviral, o vírus COVID19 se espalha, causando mortes e sofrimento, da mesma maneira em que em épocas pregressas houve o acometimento de jovens na gripe espanhola, as trágicas sequelas da poliomielite, a gripe H1N1 e os desdobramentos da SIDA. Essas doenças são consideradas eventos naturais e sociais que podem interferir em várias áreas, seja na biologia, demografia, economia e no direito, mas que a historiografia pouco ou não, suficientemente se ocupou. O motivo talvez seja que o esforço de tornar os eventos históricos compreensíveis e racionais venha a se defrontar com situações inesperadas que são as epidemias, e que são acompanhadas por questionamentos, angústia e medo. Esse dossiê, é mais um esforço de trazer à luz da interpretação o fenômeno do medo das doenças.

Datas importantes:

  • Publicação da chamada: 25/02/2021
  • Prazo de submissão: 10/05/2021
  • Publicação em edição prevista para final de julho de 2021

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