Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017

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Chamada para publicação da revista Aniki: O cinema brasileiro na era neoliberal

Início: Fim: Data de abertura: Data de encerramento: Países: Brasil, Polónia

Chamada para artigos, Cinema, Artes visuais

A Revista Aniki (ISSN 2183-1750), publicada pela AIM - Associação de Investigadores da Imagem em Movimento, está com chamada aberta para o dossiê "O cinema brasileiro na era neoliberal". O prazo para submissão de propostas encontra-se aberto até 15 de janeiro de 2018.

Editoras: Lúcia Nagib, Ramayana Lira de SousaAlessandra Soares Brandão.

O dossiê buscará mapear as várias dimensões que a cinematografia brasileira adquire no contexto neoliberal, explorando os modos como a política econômica interfere na ordem da produção, afetando a linguagem, os recortes temáticos, a expressão estética e a tomada de posição dos filmes. Em suma, interessa saber como o cinema brasileiro tem respondido ao projeto neoliberal e em que termos tem participado de e resistido a esse projeto.

O dossiê convida propostas de trabalho relacionadas direta ou indiretamente aos seguintes subtemas:

  • Continuidades e rupturas com a tradição do cinema político
  • A virada digital e o cinema brasileiro pós-Retomada
  • O cinema pró e anti-industrial
  • Descentralização da produção
  • Movimentos estéticos no cenário democrático
  • Emergência, consolidação e ocaso dos gêneros cinematográficos no Brasil
  • Minorias e políticas de identidade: gênero, raça, sexualidade na produção do século XXI
  • A produção do cânone contemporâneo: os filmes “incontornáveis”
  • Crítica e curadoria em diálogo com a realização
  • Cineclubes, cinefilia e formas de consumo do filme no Brasil no século XXI
  • A formação de um pensamento teórico no cinema brasileiro
  • Mulheres e a questão da autoria

 

Lúcia Nagib é Professora Catedrática de Cinema na Universidade de Reading. É autora dos livros: World Cinema and the Ethics of Realism (Continuum, 2011), A Utopia no Cinema Brasileiro: Matrizes, Nostalgia, Distopias (Cosac Naify, 2006; versão inglesa: Brazil on Screen: Cinema Novo, New Cinema, Utopia, I.B. Tauris, 2007), O Cinema da Retomada: Depoimentos de 90 Cineastas dos anos 90 (Editora 34, 2002), Nascido das Cinzas: Autor e Sujeito nos Filmes de Oshima (Edusp, 1995), Em Torno da Nouvelle Vague Japonesa (Editora da Unicamp, 1993) e Werner Herzog: O Cinema como Realidade (Estação Liberdade, 1991). É organizadora dos livros: Impure Cinema: Intermedial and Intercultural Approaches to Film (com Anne Jerslev, I.B. Tauris, 2013), Theorizing World Cinema (com Chris Perriam e Rajinder Dudrah, 2011), Realism and the Audiovisual Media (com Cecília Mello, Palgrave, 2009), The New Brazilian Cinema (I.B. Tauris, 2003), Mestre Mizoguchi (Navegar, 1990) e Ozu (Marco Zero, 1990).

Ramayana Lira de Sousa é professora de Estudos de Cinema e Literatura na Universidade do Sul de Santa Catarina, Brasil. Fez pesquisa de pós-doutorado na Universidade de Leeds, Inglaterra e foi Fulbright Scholar-in-Residence. Co-organizou três livros e publicou artigos e capítulos de livros na Argentina, Brasil, Estados Unidos, Inglaterra e Romênia.

Alessandra Soares Brandão é professora e pesquisadora de Cinema na Universidade Federal de Santa Catarina. É vice-presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (Socine) e editora-chefe da ReBeCa (Revista Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual).

Mais informações no site da revista Aniki.

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