Segunda-feira, 15 de Outubro de 2018
Congressos

Olivais Industrial: Da linha de rumo oitocentista à planificação moderna

Início: Fim: Países: Portugal

27 de Setembro de 2018, 18h00
Casa da Cultura dos Olivais
ENTRADA LIVRE

Uma conferência organizada pelo Laboratório de História do Instituto de História Contemporânea - NOVA FCSH, em parceria com a Junta de Freguesia de Olivais, em Lisboa.

 

Os Olivais Sul integram a história da industrialização de Portugal. De um território eminentemente agrícola, a sua vocação transfigurou-se irremediavelmente ao longo de todo o século XX. O programa industrial, singular e espontâneo, ocupou algumas áreas do território urbano e rural dos Olivais ainda durante a centúria de Oitocentos. Definiram-se determinadas linhas de rumo de vocação fabril, tal como vinha acontecendo na parte mais oriental da periferia leste da cidade de Lisboa. Porém foi na segunda metade do século XX que a instalação da indústria moderna, fixada ao longo dos dois grandes eixos da Avenida Marechal Gomes da Costa e da Avenida Infante D. Henrique e numa relação directa com a linha de caminho-de-ferro, o rio Tejo e com o novo aeroporto de Lisboa, moldou a feição dos Olivais Sul a par do desenvolvimento do novo Bairro.

 

Oradores:
Jorge Custódio é natural de Santarém, onde nasceu em 1947. Doutorou-se pela Universidade de Évora. Investigador integrado do Instituto de História Contemporânea (NOVA FCSH), onde coordena o Projecto da Era da Energia a Vapor em Portugal. Prémio Carreira (2015). Dirigiu o Projecto Municipal Santarém a Património Mundial (1994-2002), o Convento de Cristo (2002-2007) e o Museu Nacional Ferroviário (2009-2011). Comissário de várias exposições. Membro da Comissão Instaladora do Museu do Vinho de Alcobaça. Têm várias obras e estudos publicados de arqueologia industrial, história, de património cultural, industrial e património mineiro.

Deolinda Folgado é doutorada em 2010 no ramo de História – especialidade em Arte, Património e Restauro na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, em 2010, com a tese Anova ordem Industrial – Da Fábrica do território de Lisboa (1933-1968), tendo sido publicada em 2012, pela editora Livros Horizonte. Autora de inúmeros artigos e de textos integrados em obras colectivas no âmbito do património cultural ou património industrial. Actualmente é Chefe da Divisão do Património Imóvel, Móvel e Imaterial / Forte de Sacavém na Direção-Geral do Património Cultural. É investigadora integrada do IHC e associada do IHA da NOVA FCSH.

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