Domingo, 20 de Agosto de 2017

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I Congresso Nacional para Salvaguarda do Patrimônio Cultural em Cuiabá

Início: Fim: Data de abertura: Data de encerramento: Países: Brasil

Chamada para trabalhos, Arquitetura, Património Imaterial, Património, Património Cultural, Urbanismo

O I Congresso Nacional para Salvaguarda do Patrimônio Cultural: Fronteiras do Patrimônio acontece em Cuiabá de 3 a 7 de outubro de 2017. O evento tem como objetivo discutir limites e fronteiras – subjetivas e físicas -, possibilidades, experiências e o futuro da salvaguarda do patrimônio cultural no Brasil, seja para fortalecer identidades, como também favorecer uma visibilidade mais democrática do patrimônio de regiões fronteiriças e distantes dos centros de maior visibilidade do país. Os investigadores interessados em submeter resumos têm até 3 de julho de 2017.

Eixo Temático

Diante da constante transformação e da degradação que vem sofrendo o patrimônio cultural frente à globalização - cujos efeitos já se fazem sentir mesmo em regiões recuadas e periféricas -, instituições públicas e privadas, juntamente com a sociedade organizada, vêm desenvolvendo e colocando em prática programas, projetos, subsídios para construção de políticas e o uso de tecnologias de intervenção que visam à salvaguarda do patrimônio cultural. Neste contexto, o “I Congresso Nacional para Salvaguarda do Patrimônio Cultural: Fronteiras do Patrimônio” pretende o envolvimento de pesquisadores, alunos de pós-graduação, graduação e parcelas mais amplas da sociedade (arquitetos, engenheiros, historiadores, arqueólogos, geógrafos, advogados, entre outros), na abordagem e discussão da dimensão cotidiana do patrimônio e os desafios para sua preservação.

A escolha do local para a realização deste evento científico – Cuiabá, Mato Grosso – se articula diretamente ao título do congresso. A partir de sua localização geográfica, próxima ao encontro das fronteiras entre o Brasil, a Bolívia e o Paraguai, no extremo oeste do País, Cuiabá assume essa localização não como um limite, mas como uma possibilidade de encontro e de expansão, levando a problemática e as discussões mais recentes sobre a salvaguarda do patrimônio cultural para fronteiras que, embora ricas, igualmente sofrem perdas e degradações. Por outro lado, busca valorizar e dar visibilidade ao patrimônio cultural desta vasta região que, embora já reconhecido pelo Iphan, ainda é pouco difundido em nível nacional.

Pretende ainda gerar reflexões sobre proteção, conservação, restauração, preservação, reabilitação, revitalização de bens materiais e imateriais, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira e, em destaque, da sociedade mato-grossense que se constrói numa relação de confrontos e harmonia com o patrimônio natural da região. Serão abordados os modos de criar, fazer e viver; as criações científicas, artísticas e tecnológicas; as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais; os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico.

Em resumo, o congresso aqui proposto pretende discutir limites e fronteiras – subjetivas e físicas -, possibilidades, experiências e o futuro da salvaguarda do patrimônio cultural no Brasil, seja para fortalecer identidades, como também favorecer uma visibilidade mais democrática do patrimônio de regiões fronteiriças e distantes dos centros de maior visibilidade do país. Salientamos ainda que em 2017 se comemora o 80º aniversário do Iphan, ocasião propícia para ampliar, no território e no tempo, os debates sobre a salvaguarda do patrimônio cultural. O programa compreende as palestras ministradas por profissionais de significativa relevância pelas suas pesquisas, publicações e atuação na preservação do patrimônio cultural, comunicações orais de trabalhos de pesquisadores da área, apresentação de pôsteres de alunos de graduação envolvidos com a temática e visitas monitoradas aos centros antigos das cidades de Cuiabá e de Cáceres, ambas tombados pelo Iphan.

Mais informações na página do I Congresso Nacional para Salvaguarda do Patrimônio Cultural: Fronteiras do Patrimônio.

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