Quarta-feira, 18 de Outubro de 2017

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Colóquio Al Berto: “o que vejo já não se pode cantar.”

Início: Fim: Países: Portugal

Eventos, Literatura

É já no próximo dia 19 de setembro, na Casa Fernando Pessoa, o Colóquio Al Berto: “o que vejo já não se pode cantar.”.

“o que vejo já não se pode cantar.
que horas serão dentro do meu corpo?
que mineral vermelho jorraria se golpeasse uma veia…
[não sei… não sei…”
Al Berto, in O Medo, p. 643.

Vinte anos depois da morte do poeta, somos interpelados pela sua obra com a mesma urgência com que a sua poesia reclama para si o tempo ausente de todos os relógios, a hora fora de horas.

A meditação poética de Al Berto é, certamente, subtil e complexa. Mas há muito mais ressonâncias dessa metafísica que podem ser descobertas em O Medo, em Lunário ou em O Anjo Mudo. Falar de Al Berto é também mais do que pensar com a sua poesia. Pintor, livreiro, tradutor, - “un des grandes poètes portugais du XXe siècle, un des plus populaires aussi” – tal como o caracteriza Michel Chandeigne, Al Berto parece estar sempre por descobrir. É com essa força dos princípios que nos propomos descer ao seu medo para buscar aquilo que importa e urge pensar.

Organização: IELT - Instituto de Estudos de Literatura e Tradição e Casa Fernando Pessoa

A entrada é livre.

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