Segunda-feira, 24 de Julho de 2017

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Chamada para trabalhos:XIII Jornadas Bolivarianas - A educação na América Latina

Início: Fim: Data de abertura: Data de encerramento: Países: Brasil

Antropologia, Chamada para trabalhos, Ciências Sociais, Educação, Estudos Latino-Americanos, Sociologia

A XIII edição das Jornadas Bolivarianas acontece de 15 a 17 de maio de 2017 em Florianópolis. As Jornadas são o evento anual do Instituto de Estudos Latino-Americanos (IELA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e em sua XIII edição terá como tema "A educação na América Latina: 100 anos da reforma de Córdoba". O prazo final para entrega de trabalhos é o 31 de março.

A apresentação de trabalhos acadêmicos tem como finalidade valorizar a produção e a disseminação do conhecimento no campo da América Latina, bem como oportunizar o intercâmbio de análises e pesquisas sobre o tema.As Jornadas Bolivarianas tiveram sua primeira edição no ano de 2004, quando foi criado o projeto Observatório Latino-Americano, nascedouro do IELA. A partir daí firmaram-se como o mais importante evento do Instituto, sempre pautando temas importantes sobre a realidade latino-americana.

Para além das tentativas recentes de integração, pode-se observar que subsiste certa resistência ao estudo e à reflexão sistemática sobre os países da região e seus principais problemas. Tal situação obedece, obviamente, à lógica do eurocentrismo que domina as ciências sociais em todo o terceiro mundo nos países periféricos, e que é particularmente forte no Brasil.

Assim, as Jornadas têm a função de divulgar o pensamento próprio que as ciências sociais já conquistaram em períodos anteriores, e que em grande medida foi desconsiderado entre nós tal a influência do eurocentrismo e do colonialismo. Além disso, procuram refletir, com destacados cientistas sociais da América Latina, a tradição científica e os novos desafios políticos e intelectuais que a realidade dramática de nosso continente está exigindo.

Esta ruptura é, portanto, a condição necessária para o desenvolvimento de um pensamento próprio, sem o qual não será possível superar a condição de periferia que marca a nossa formação social. Essa é uma tarefa urgente, favorecida pelas condições sociais e políticas dominantes na América Latina que exigem uma reflexão crítica capaz de dar respostas aos grandes problemas com os quais nos defrontamos em todos os países da região.

Mais informações na página do IELA.

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