Domingo, 22 de Outubro de 2017

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3º Seminário Internacional Desfazendo Gênero

Início: Fim: Data de abertura: Data de encerramento: Países: Brasil

Chamada para trabalhos, Chamada para STs, Género

De 10 a 13 de outubro de 2017, acontecerá em Campina Grande, Paraíba, o 3º Seminário Internacional Desfazendo Gênero, adotando na sua terceira edição o título “Com a Diferença Tecer a Resistência”. O evento foi criado por pesquisadora/es e ativistas articulada/os pelo esforço de problematizar como a sexualidade, em interação com outros marcadores sociais da diferença, atuam na tessitura dos processos sociais, constituindo uma potente estratégia para compartilhar dificuldades em inserir as interpelações epistemológicas, teórico-conceituais, metodológicas e políticas aportadas pelo queer nos eventos já existentes no Brasil. Sua 3ª edição está sob a responsabilidade do Núcleo de Investigações e Intervenções em Tecnologias Sociais/NINETS, da Universidade Estadual da Paraíba, sob a coordenação geral da professora Dra. Jussara Carneiro Costa.

Até o próximo dia 25 de março estarão abertas as inscrições de propostas de simpósios temáticos (ST), oficinas e minicursos versando sobre as seguintes questões:

  1. diálogos com/entre sistemas epistemológicos (ou elementos destes) articulados a partir de cosmologias e/ou “sistemas mundo” que escapam às estratégias de colonialidade ocidental, com ênfase especial nos (re)arranjos que possibilitam a subversão de processos de sexualização e racialização;
  2. configurações históricas dos processos de racialização e sexualização presentes nas dinâmicas sociopolíticas contemporâneas, especialmente na conformação de “novos” corpos extermináveis;
  3. problematizações dos aportes epistemológicos que utilizamos para compreender o mundo e nele atuar, explorando seus vínculos com processos de racialização e sexualização;
  4. análises que enfoquem as maneiras pelas quais estabelecemos interconexões e interseções entre marcadores sociais da diferença nas nossas práticas cotidianas, seus impactos na (des)estabilização do ordenamento heteronormativo dos corpos; interações com a arte, estética, tecnologias, afeto; reverberações sobre desigualdades intra-regionais;
  5. problematizações ao “ethos” forjado na articulação de estratégias requeridas pela institucionalidade articulada em torno das noções de “direitos” e “cidadania”;  aos vínculos entre o neoliberalismo, como técnica de governo, ao cerco fundamentalista às “políticas” educacionais e sociais, à centralidade conferida à família, corpo e desejo e comportamento nos rearranjos econômicos e políticos contemporâneos;
  6. diálogos entre experiências que se organizam para manifestar oposição ao ordenamento heteronormativo, enfocando sua relação com o “local” na (re)configuração da relação saber-poder; potencialidades identificadas, aspectos a serem aprimorados e possibilidades de articulação vislumbradas.

Mais informações: http://desfazendogenero.com

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